janeiro 03, 2007

deja vu

Para primeiro filme do ano não está mau, mas podia ter sido melhor. Talvez possa considera-lo como filme número 0 e contar a artir daí.
A história é boa, no sentido em que oferece boas explicações para o que está a ver. O final pareceu-me um bocado tosco, mas depois percebi que me tinha esquecido de um factor e resulta qb.
Há um beijo desnecessário e uma confiança demasiado imediata, mas ok, há que chegar a todas as audiências, no fundo o cinema é um negócio (para alguns).
Defenitivamente não sou fã do Denzel Washington, mas serve, o Val Kilmer esta "chuby" e a maioria dos polícias são obesos (será algum estereótipo?!!?).
O meu primeiro pensamento foi que esta história estava perfeita para prelúdio do "Minority Report".
Como disse, foi bom, mas podia ter sido melhor.

Dia 2 de Janeiro de 2007

Hoje Lisboa, ou pelo menos a Baixa, foi uma cidade semi deserta. Ainda ontem comentava que dantes dias 25 e 26 e dias 1 e 2 eram os dias de descanço que o Governo dava a todo o seu Estado e de como o consumismo tinha "retirado" esse "privilégio" aos cidadãos, quando hoje ao passear pela Baixa me apercebi que grande parte do comércio estava fechado, incluindo lojas de consumo de massas.

Fiquei agradavelmente surpreendida e apenas tive pena dos que trabalham nos Centros Comerciais, esses sim rendidos sem luta ao consumismo. Eu trabalhei hoje assim como muitos serviços, excluindo os que propositadamente tiraram férias por estes dias, mas no último mês os verdadeiros "escravos do trabalho" foram todos os que trabalharam nas lojas onde compramos os presentes de Natal, as compras de última hora, os preparativos do fim de ano. É bem merecido o seu descanço.