dezembro 29, 2007

Acidente

Mudar de casa teve alguns precalços, coisas que fizeram atrasar a mudança. Fosse o gás que "dava erro", fosse as obras que não podiam ser feitas naquele dia porque "não sei quê", houve sempre algo.
Lá me consegui mudar e depois de 3 dias a morar cá em casa tive a minha primeira "avaria":
queria eu abrir a janela da cozinha, a que ainda não tinha aberto desde que cheguei, porque é daquelas que se tem de empurrar sem puxador, e não é que a janela estava perra, tive de fazer um bocadinho mais de força ups.... lá foi a janela quinto andar a baixo. A sorte é que as traseiras da casa dão para o telhado do centro comercial, senão podia ter sido perigoso.

E pronto, agora tenho a cozinha neste estado.

A casa nova

Em Outubro comprei aquela que é a minha casa. Esta semana, depois do Natal e de alguns meses a transformar o espaço em algo meu, finalmente mudei-me. E aqui está ela:

(A cozinha era assim. Na fotografia não parece assim tão mal, mas acreditem que o gosto era questionável.)

Fiz Obras


E ela agora está assim:


A sala não estava má...


...mas ainda não houve tempo de ficar melhor, por isso só levou mesmo a mobilia.
(aquele é o meu mini-pinheirinho de Natal)

A casa de banho tinha o mesmo problema da cozinha - um gosto duvidável e uma má gestão de espaço.


Teve de ser melhorada...


O meu quarto, como a sala, não estava mal...


... mas podia ficar melhor.


Ainda não está perfeito, porque as portas do armário estavam esgotadas e estamos à espera, mas falta pouco.

novembro 30, 2007

Nomes estranhos que se dão...

...quando não se quer dizer os termos certos.

"Às vezes prega-se-me umas comichões nas barbatanas".

"Tenho esta comichão na perseguida porque o meu marido tem uma infecção na ponta da natureza".

Alguém percebeu?!

Isto são queixas de doentes a médicos, só para contextualizar.

(E depois eu é que dou nomes estranhos às coisas e sou disléxica e invento palavras e tal!)

setembro 27, 2007

Lobos, Lobos!

(Queria ter escrito este post ontem, mas não consegui.)

Gostava de ter ido receber a selecção portuguesa de rugby ontem à tarde, mas infelizmente o trabalho não deixou.
Parabéns, estiveram bastante bem.

setembro 14, 2007

Rugby - a continuação

Nunca mais é amanhã para ver os tugas a jogarem contra uma das melhores selecções do mundo.

Haka! Haka! Haka!

Boa sorte Lobos. ;)

setembro 10, 2007

Domingo vi o meu primeiro jogo de rugby.


(foto retirada do site da cgd)

Ontem vi o meu primeiro jogo Portugal - Escócia, senti orgulho de poder dizer que os "Lobos" são do meu país, adorei o jogo e no meio de toda a brutalidade consigo perceber porque se diz que o Rugby é um jogo de cavalheiros. Descobri que só o capitão pode falar com o árbitro e, mesmo tendo um ou outro jogador português lhe dirigido a palavra, nunca houve exaltação por parte dos jogadores e nunca a decisão do árbitro foi contrariada. Descobri também que há um "tele-árbitro", sempre que o árbitro de campo tem dúvidas pede que um outro árbitro que está a ver o jogo num ecrã veja a repetição da jogada para que a decisão seja justa. Claro que quando o árbitro não tem dúvidas não há nada a fazer, mas sempre há uma maior probabilidade de um resultado mais justo.

Para quem achava que os "Lobos" (ainda vou ter de descobrir porque são lobos e não outro animal qualquer) iam ser trucidados, já que a Escócia está no 8º lugar do ranking mundial, soubemos resistir. Gostei a da humildade do treinador português que não tem ilusões quanto à força da sua equipa e quer é que façam um bom trabalho, que dêem o melhor de si e que saiam de cabeça erguida. Os objectivos para o primeiro jogo eram:
- Perder por menos de 60 (na primeira parte estávamos a perder por 18 e a primeira parte tem 40 minutos);
- TENTAR fazer um ensaio (não só FIZEMOS o ensaio, como ainda conseguimos marcar uma penalidade).
Acho que por terem superado os objectivos os jogadores portugueses já se podiam sentir satisfeitos consigo próprios. Mas o que de facto me deixa orgulhosa é que eles não desistiram, resistiram aos “nervos” e fizeram excelentes jogadas. São amadores a jogar contra profissionais, é um jogo contra uma excelente equipa, é a estreia de uma equipa que joga por amor ao jogo. A emoção e o nervosismo dos portugueses era evidente, mas ainda assim não se deixaram ir a baixo e provaram que eram bons, inexperientes, mas ainda assim com grande qualidade.

O melhor jogador em campo foi Vasco Uva, o capitão português, mas o meu jogador preferido foi o Rui Cordeiro, não que tivesse feito o melhor jogo, mas dava para perceber o quão importante para ele estar a jogar no campeonato do mundo e ainda por cima uma estreia a jogar contra a Escócia.

Os meus parabéns à equipa portuguesa, ganharam mais uma fã.

setembro 05, 2007

Mais algumas imagens de Granada


(Palácio Cristão Construído no Alhambra depois da expulsão dos Árabes)


(Entrada da Catedral)


(Estamos em todo o lado)


(Jardim de pesseio das "gentes lá do sítio")


(Vista para o Alhambra do Museu Arqueológico)


(Rua no Centro da Cidade - Parecia mesmo que estávamos em Marrocos ou algo do género)


(O Centro da Cidade)

agosto 31, 2007

É hoje, é hoje. Hoje vamos visitar o Alhambra!


Acordámos, para variar não muito cedo, e começámos a preparar-nos para ir visitar o Alhambra. Queríamos ter ido à piscina, mas a preguiça foi mais forte. Continuámos a ouvir os camiões, o barulho estranho de um animal e esta noite tivemos um brinde: o barulho de música de discoteca que o vento trazia na direcção da tenda.
Chegámos ao centro da cidade á hora de almoço, fomos até ao Pans comprar umas sandes e apanhámos o mini-bus e seguimos para o Alhambra. O caminho é verde e quando lá chegámos fiquei surpreendida com as árvores, o caminho cuidado. Tinha ideia que fosse um descampado árido e castanho. Fiquei bem impressionada.
A seguir foi descobrir como é que levantávamos os bilhetes, havia uma fila grandinha, mas felizmente não era para nós. Os nossos bilhetes, porque os comprámos pela net, eram tirados numa máquina, tipo ATM, onde bastava introduzir o cartão de crédito e voi lá: bilhetes impressos. Como ainda tínhamos tempo sentámo-nos num banco a almoçar as nossas sandochas do Pans.
Entrámos. Árvores, jardim, verde é assim o caminho até ao Palácio Nazaríes. Quase não entrávamos no Palácio, porque o bilhete dizia entre as 13h e as 13h30 para entrar no Palácio e nós pensámos que era no recinto e para entrar no palácio já havia fila para os que iam entrar entre as 13h30 e as 14h. Passámos à frente da fila, por indicação dos seguranças, claro.
Palácio é muito giro, todo trabalhado da "cabeça" aos "pés", cheio de salas, tectos reconstruídos ao estilo barroco, porque os cristãos não percebiam nada de arquitectura árabe. Gostei (mas prefiro a Catedral de Córdoba).

Esta é a principal atracção, se não tivéssemos comprado os bilhetes com antecedência, só tínhamos conseguido visitar os jardins.

A seguir visitámos o forte árabe que mantinha as ruínas da vila que lá existiu. Naquela alturas as pessoas deviam ser mesmo pequenas, porque se nós achamos que 50m2 de casa é pouco, naqueles recortes nem uma cama individual conseguíamos por.
Depois passeámos pelos jardins e pelo Generalife, não são marcantes, mas são bonitos. Vimos tudo o que havia para ver e viemos embora.
O Alhambra estava visto e tinha valido a pena.
Neste dia ainda fomos visitar a Capela, também no centro da cidade, mesmo ao lado da Catedral, passeámos, fomos comprar os souvenirs para trazer, jantámos e voltámos ao "acampamento".
No dia a seguir começámos o regresso a Lisboa, com dormida em Tavira para descansar e visitar uns amigos que estavam de férias e no domingo chegámos a Lisboa, cansados, mas não tanto como se tivéssemos feito a viagem toda no mesmo dia.

Dia 1 em Granada

Acordámos não muito cedo, entrámos no carro (depois do banho, de vestir roupa que não “pijama”, etc…) e lá fomos até à cidade.
Houve alguns enganos de ruas mas lá conseguimos encontrar o parque que vinha assinalado no mapa e que era no centro da cidade. Até esta altura não tínhamos prestado atenção a nada à nossa volta.
Quando saímos do estacionamento, subterrâneo, foi quando pela primeira vez respirámos Granada, foi o ponto zero da visita. Demos logo de caras com a primeira boa impressão da cidade: uma loja que cá fora tinha vários tipos de chás e especiarias, um pouco como a frutaria, mas sem fruta (devia ter tirado uma foto). Lá dentro tinha toda uma variedade de produtos naturais, doces, mel, azeites e vinagres, chocolate, o balcão ao estilo antigo, alto, só faltava a balança de pesos que eu via das mercearias de outros tempos. Toda a loja tinha um ar medieval/tradicional. Não me lembro se tinha máquina registadora, mas se tinha devia ser a única coisa “moderna” que a loja tinha. Tomámos logo a nota mental de lá voltar antes do regresso a casa para trazer uns chás e especiarias.
Ainda estávamos em jejum, mas a vontade de conhecer a cidade foi mais forte e antes de almoço ainda visitámos a catedral. Um monumento escondido no meio dos prédios baixos. A Catedral era simples, atrevo-me a dizer que era pouco ostentosa, a não ser na zona do altar e do órgão. Era grande, mas tinha pouca coisa para ver, não tinha nenhuma arquitectura distinta, era branca por dentro, poucos vitrais, poucos ornamentos. A fraqueza já começava a apoderar-se de nós, pelo menos de mim, e quando saímos demos mais uma volta e fomos à procura de um sítio para almoçar. Parámos na Plaza Nueva (de onde saíam os buses para o Alhambra e outros bairros de visita turística) a almoçar numa esplanada. No fim do almoço trouxeram-nos a conta e o empregado, antes que nós perguntássemos, disse-nos que por termos comido na esplanada havia um acréscimo de 15% (chulos), escusado será dizer que não só não vinha nada mencionado no menu, como ele só se lembrou de nos dizer depois de já termos enchido o bucho. Enfim.
A seguir apanhámos o autocarro que nos levaria até perto do Bairro Sacromonte, um bairro cigano com uma abadia para visitar. Saímos ainda no Bairro Albaizín, outro bairro que visitámos, e começámos a seguir as indicações do nosso mapa em direcção ao Sacromonte e à Abadia. Problema: o nosso mapa era, percebemos nós nessa altura, mau, não tinha assinaladas metade das ruas, o bairro fica na encosta do monte e nós começámos a visita mesmo na hora do calor. Ainda fizemos um esforço, mas desistimos. Andámos pela fronteira entre os dois bairros, com uma vista alargada da cidade e começámos a descer em direcção a uma outra igreja assinalada no meio do Bairro Albaizín. Mais uma vez constatámos que o mapa era mau, foi difícil lá chegar, mas conseguimos. A igreja estava fechada (devia ser a hora da siesta), mas por fora parecia uma igreja medieval pequena. Continuámos o passeio pelas ruas e fomos procurar a terceira igreja da tarde. Estava fechada, mas esta tinha um mosteiro a funcionar ao lado, por isso depreendemos que só abria à hora da missa. Aproveitámos para descansar um bocado à sombra das árvores da igreja. Estava um calor infernal (mas nada consegue superar o calor de Córdoba, até à data a cidade mais quente que visitei).
Próxima tentativa, o Miradouro com vista para o Alhambra, este pelo menos não corríamos o risco de encontrar fechado. Com algum custo conseguimos encontrá-lo. Estava cheio de turistas (que surpresa), mas a vista era de facto encantadora. Em frente o Alambra, conseguíamos ver as pessoas a passear lá dentro e pensámos “amanhã somos nós que ali vamos passar”, em baixo as ruas e edifícios da cidade. Desta vista a cidade até parecia bonita, mas passeando pelas ruas não havia nada que nos cortasse a respiração. Nas informações turísticas que recolhemos da net, o bairro Albaizín era um bairro de traços árabes e ruas estreitas com lojas de artesanato tradicional da região. Nós devemos ter andado pelas ruas erradas, porque arquitectura árabe era muito, muito, muito pouca e as lojas deviam estar fechadas para a siesta porque também não vimos nada.
Descemos até ao centro, passeámos, descobrimos uma praça com restaurantes, lanchámos, passeámos mais um pouco e jantámos na praça. Durante o jantar descobrimos que havia uma certa ética entre os artistas de rua. Num banco de pedra em frente ao restaurante estava um músico com a sua guitarra e o seu amplificador a tocar músicas como o “I just called to say I love you” de forma (ainda mais) melancólica e lenta. Mas quando aparecia outro músico, este errante e com um reportório mais animado, o guitarrista parava e só retomava o seu reportório melancólico quando o músico errante partia.
Cansados, partimos depois de jantar rumo ao camping para mais uma aventura nocturna, será que esta noite dormimos melhor?!

Viagem até Granada

Este ano as férias foram em granada e, porque é aqui tão perto, nada melhor fazer a viagem de carro.
Saímos daqui de manhã cedo (9h30) e fomos seguindo as instruções do via michelin. Não foi complicado, basicamente era seguir a auto-estrada até ao Algarve e virar para a Via do Infante (acho que é isso que lhe chamam) e a partir daí sempre em frente. É claro que a minha bexiga nos obrigou a parar de hora a hora, mas como é recomendado que paremos de duas em duas horas quando vamos a conduzir, no fundo, eu estava só a ser cautelosa (ou então não).
O objectivo era almoçar em Sevilha, assim já ficava feito mais de metade do caminho e a "recta final" ficava mais curta. Não conseguimos, desta vez foi o meu estômago que deu sinal e exigiu sustento. Almoçámos em Huelva. É certo que não fomos almoçar às praias, nem chegámos mesmo a ir até ao centro da cidade, mas do que deu para ver não recomendo. Prédios e mais prédios, ruas sujas e cinzentas. Não recomendo.
Por volta das 20h (de lá) chegámos ao parque de campismo que já tínhamos previamente pesquisado na Internet (não percebo como é que ainda existem agências de viagens, há tudo na net). O camping ficava literalmente à beira da via rápida que entrava em Granada, se não fossemos com atenção deixávamos passar. É um camping pequeno, onde o que eles chamam de "piscina" é mais o mega tanque da avó, aqueles que se usam nas aldeias para guardar a água que depois é distribuída pelos campos.
Como chegámos ainda era de dia pudemos ver onde é que o sol incidia com mais potência e escolhemos um lugarzinho mesmo no fim do parque, encostados ao muro, onde as árvores nos iam deixar dormir até ao meio-dia se quiséssemos. Passado 5 minutos percebemos que poderia haver um pequeno problema: as traseiras do camping davam para uma estrada secundária. Rebatemos logo este senão dizendo que à noite devia haver menos trânsito e por isso nem íamos dar por nada. Mais uma vez, enganámo-nos. A estrada das traseiras é uma recta bastante grande e os carros, camiões, motas aproveitam para mostrar a sua potência, especialmente à noite porque há menos trânsito. Conslusão: acordei duas ou três vezes durante a noite a achar que um camião ia entrar pela tenda a dentro.

Nós afinal até nem somos maus a traduzir títulos de Filmes

agosto 01, 2007

FHM vs "Mine"

Alguém me explica qual é o posicionamento da FMH ao ser vendida em conjunto com uma palete de Sagres Mini?

Terá sido escoamento de produto, ou simplesmente uma tentativa de alargar o seu público-alvo aos Trolhas? Terão sido os criativos que convenceram o cliente, ou terá sido uma das "brilhantes" ideias do cliente que os criativos não tiveram outro remédio senão acatar?

Ou talvez eu não entenda porque não sou o público-alvo da promoção. Mas se houver alguém que perceba por favor partilhe.

julho 13, 2007

Campanha da Davidoff - Perfume

Eu não sou grande fã de publicidade masculina, acho sempre que é uma tentativa falhada de copiar a sensualidade feminina, que descai sempre para algo desajeitado e muitas vezes nada sensual. Talvez porque eu não seja "gajo" e já diziam no meu curso "se a publicidade não te diz nada, é porque não foi feita para ti".
Mas este MUPI é diferente, não resisto a comentá-lo. Nunca fiquei tão siderada a olhar para uma foto de um modelo, ou de alguém conhecido. Não acho o moço nada de extraordinário, no filme tem charme, mas a boca é um bocado torcida e o queixo um bocado quadrado e por muito atraente que, na série "Lost", possa parecer um homem mau de bom coração, não reagiria da mesma forma se o visse ao vivo, como reajo a esta foto. Os meus parabéns ao fotografo e ao senhor que depois trabalhou a imagem no photoshop.



P.S. não faço tenções de comprar o perfume, mas adorei a fotografia.

junho 30, 2007

Fotos - como seria o mundo se fossemos toupeiras

Este site, não tem metade das fotos que deveria ter. reservo as imagens para um fotoblog, que raramente também actualizo, não por falta de espólio, mas por achar que não são suficientemente artísticas. Se o quiserem visitar é: http://www.flickr.com/photos/diariodeimagens.
Mas entretanto fiquem com umas imagens catitas.


Alguém sabe quem é a shelly?!?


Não me lembro do nome da terra, mas fica perto das Caldas da Rainha.


Hummmmmm! Bolos!


Esta é uma das estações de comboios que conheço. S. Bento.

junho 10, 2007

Figo All Stars'07

Este ano quiz ir ver o jogo de futebol de "craques" cujo único objectivo é caridade.
Fiz a minha boa acção e ainda tive oportunidade de ver jogadores que, possivelmente, não terei outra oportunidade de ver.
É bem provável que venha a ser um dos meus jogos preferidos. Não foi um jogo brilhante, mas ver os futebolistas a jogar por gosto e não porque têm de ganhar foi das coisas mais divertidas a que já assisti. O gozo com que jogavam passava para o público e isso valeu a apena.
Ver que os futebolistas tinham respeito pelos não futebolistas e até lhes davam um certo espaço de "estrelato", foi das coisas mais simpáticas a que já assisti. Ver o Gil e o Rui veloso a serem aplaudidos como jogadores brilhantes de futebol foi muito divertido. Ver que o Chico Buarque se aguenta bem a correr no campo de um lado para o outro durante "bastante" tempo foi bonito. Perceber que o Eros Ramazzoti até dá uns toques na bola foi uma surpresa. Não saber que o Will Champion era o baterista dos Coldplay foi quase imperdoável (pelo menos sabia que era um músico...).
Percebi que metade da piada de um jogo são as faltas, mas é muito mais giro ver um jogo onde não há tensão. Tirando uma pseudo-falta do figo sobre o Rui Veloso ou o penalti forçado, para que o figo marcasse um golo, e o fiscal de linha que teimava marcar os fora-de-jogo não houve mais nenhuma "tensão". Claro que estas foram as desculpas para o público "insultar" o árbito e os ficais de linha, mas tudo na base da amizade, eu até acho que o árbito deixou os cartões em casa.
A experiência foi divertida, não se torcia por nenhuma equipa e havia aplausos e ouvações sempre que havia um golo, independentemente da equipa que marcasse.



Balcão das Finanças na Loja do Cidadão à hora de Almoço

Não é o que estão a pensar. Ao contrário do que seria de esperar, não esperei. Ainda não tinha a senha na minha mão e já o monitor estava a piscar o meu número.
Desenvolvi então a teoria de que quando esperamos muitas vezes na fila da segurança social, ou das finanças, eles têm maneira de saber e da próxima vez que lá vamos eles chamam-nos logo.
É uma teoria, isso ou tive sorte.

maio 26, 2007

Once in a Life time

And you may find yourself living in a shotgun shack
And you may find yourself in another part of the world
And you may find yourself behind the wheel of a large automobile
And you may find yourself in a beautiful house, with a beautiful wife
And you may ask yourself-Well...How did I get here?

Letting the days go by/let the water hold me down
Letting the days go by/water flowing underground
Into the blue again/after the money's gone
Once in a lifetime/water flowing underground.

And you may ask yourself
How do I work this?
And you may ask yourself
Where is that large automobile?
And you may tell yourself
This is not my beautiful house!
And you may tell yourself
This is not my beautiful wife!
Letting the days go by/let the water hold me down
Letting the days go by/water flowing underground
Into the blue again/after the money's gone
Once in a lifetime/water flowing underground.

Same as it ever was...Same as it ever was...Same as it ever was...
Same as it ever was...Same as it ever was...Same as it ever was...
Same as it ever was...Same as it ever was...

Water dissolving...and water removing
There is water at the bottom of the ocean
Carry the water at the bottom of the ocean
Remove the water at the bottom of the ocean!

Letting the days go by/let the water hold me down
Letting the days go by/water flowing underground
Into the blue again/in the silent water
Under the rocks and stones/there is water underground.

Letting the days go by/let the water hold me down
Letting the days go by/water flowing underground
Into the blue again/after the money's gone
Once in a lifetime/water flowing underground.

And you may ask yourself
What is that beautiful house?
And you may ask yourself
Where does that highway go?
And you may ask yourself
Am I right?...Am I wrong?
And you may tell yourself
MY GOD!...WHAT HAVE I DONE?

Letting the days go by/let the water hold me down
Letting the days go by/water flowing underground
Into the blue again/in the silent water
Under the rocks and stones/there is water underground.

Letting the days go by/let the water hold me down
Letting the days go by/water flowing underground
Into the blue again/after the money's gone
Once in a lifetime/water flowing underground.

Same as it ever was...Same as it ever was...Same as it ever was...
Same as it ever was...Same as it ever was...Same as it ever was...
Same as it ever was...Same as it ever was...

maio 13, 2007

A minha primeira vez... a andar de Kart


Hoje fui andar pela primeira vez de kart, não me saí mal, ganhei uma taça e tudo (fui a "primeira das mulheres", um prémio um bocado sexista, mas enfim). É muito giro, não é que estivesse interessada em ganhar, mas também não gostava quando me passavam à frente e tentava ultrapassar. Eu achava que 30 minutos não era nada, mas a verdade é que a partir de cedrta altura já estava a ficar cansada. É uma experiência a repetir.
Não sou eu, mas podia...

maio 02, 2007

Cães que viajam



Quem não reconhece esta imagem do nosso imaginário de New York?
Pois eu pensava que só ia ver um cãozinho dentro de uma mala quando fosse a NY e visse as "Tiazorras" a descer a 5a Avenida. Enganei-me. Não precisei de ir tão longe, aliás tive apenas que atravessar a ponte e entrar numas galerias da Costa da Caparica para ver semelhante coisa.
Só tenho pena de não ter tido a minha máquina fotográfica à mão na altura, para poder partilhar convosco.

abril 08, 2007

Last day on vacation

Lisboa tem esta coisa maravilhos para quem cá vive: há sempre coisas que nós não vimos, há sempre novas descobertas a fazer. A última que fiz foi a Mãe d'Água, nas Amoreiras, e o Reservatório da Patriarcal, por baixo do Jardim do Príncipe Real. Esqueci-me de tirar fotos lá dentro, não é que haja muita coisa para ver, especialmente na Patriarcal, mas a Mãe d'Água é bonita, um tanque enorme, um palco no meio, água cristalina. Esta é a vista de Lisboa do topo da Mãe d'Água.



abril 07, 2007

Updates no blog

Os meus amigos têm blogs, eu tenho um blog. De certa forma o objectivo é partilhar e não digo que sejam necessários comentários aos posts para validar a existência de um blog, mas a minha curiosidade obriga-me a dizer: gostava de ter sempre coisas novas nos blogs dos meus amigos. Sei que não sou a melhor pessoa para dize-lo (eu, que escrevo aqui quando o rei faz anos e admitindo que por cá não há rei e que o sr. "d'Bragança" não é bem, bem rei, a coisa fica mal parada), mas pronto, gostava de, sempre que entro no blog dos meus amigos, descobrir algo de novo na vida deles.
Está dito.

fevereiro 20, 2007

Carnaval com Jose Cid




Ontem fui ao Casino de Lisboa, onde perdi 10€ em 5 minutos, mas isso não interessa grande coisa.
Às 23h30, José Cid, começaría o seu espectáculo. Nem dei pelo tempo passar, observávamos os jogadores de roleta a perderem 600€ numa jogada só e a virarem costas à mesa, como se apenas tivessem perdido 5€, outros jogadores a abalroarem-se para colocar as fichas nos números, nas cores, no par ou no ímpar. Quando dei por mim percebi que Cid já tocava no palco do piso 0. Acho que nunca tinha ouvido tantas músicas dele assim seguidas, nem me tinha apercebido que as músicas dele eram parecidas com outras músicas. Ele também cantou uma música das Doce, teria sido ele a escrever a letra?
Quando me vim embora (só depois de ele ter tocado "como o macaco gosta de bananas, eu gosto de ti) o piso 0 estava cheio, todos virados para onde Cid tocava, de gente que dançava, cantava as músicas. Estaríam todos "trocados"? Seríam fãs dele? Seria o espírito carnavalesco? O que vi foi gente divertida, bem disposta.
Ainda que eu não tenha participado muito neste carnaval (nem máscara tinha), foi dos melhores que vi.

janeiro 03, 2007

deja vu

Para primeiro filme do ano não está mau, mas podia ter sido melhor. Talvez possa considera-lo como filme número 0 e contar a artir daí.
A história é boa, no sentido em que oferece boas explicações para o que está a ver. O final pareceu-me um bocado tosco, mas depois percebi que me tinha esquecido de um factor e resulta qb.
Há um beijo desnecessário e uma confiança demasiado imediata, mas ok, há que chegar a todas as audiências, no fundo o cinema é um negócio (para alguns).
Defenitivamente não sou fã do Denzel Washington, mas serve, o Val Kilmer esta "chuby" e a maioria dos polícias são obesos (será algum estereótipo?!!?).
O meu primeiro pensamento foi que esta história estava perfeita para prelúdio do "Minority Report".
Como disse, foi bom, mas podia ter sido melhor.

Dia 2 de Janeiro de 2007

Hoje Lisboa, ou pelo menos a Baixa, foi uma cidade semi deserta. Ainda ontem comentava que dantes dias 25 e 26 e dias 1 e 2 eram os dias de descanço que o Governo dava a todo o seu Estado e de como o consumismo tinha "retirado" esse "privilégio" aos cidadãos, quando hoje ao passear pela Baixa me apercebi que grande parte do comércio estava fechado, incluindo lojas de consumo de massas.

Fiquei agradavelmente surpreendida e apenas tive pena dos que trabalham nos Centros Comerciais, esses sim rendidos sem luta ao consumismo. Eu trabalhei hoje assim como muitos serviços, excluindo os que propositadamente tiraram férias por estes dias, mas no último mês os verdadeiros "escravos do trabalho" foram todos os que trabalharam nas lojas onde compramos os presentes de Natal, as compras de última hora, os preparativos do fim de ano. É bem merecido o seu descanço.