julho 19, 2006

Festival do Caracol Saloio 2006

O caracol é um molusco gastrópode de concha espiralada calcária, pertencente à família Helicidae. São animais terrestres com ampla distribuição ambiental e geográfica.
Este caramujo é um animal hermafrodita, ou seja, possui no mesmo corpo órgãos sexuais masculinos e femininos, e pesa em média 200 gramas, medindo em média 15 cm de comprimento. Sua concha é alongada e rajada, com cores bege e marrom. Na fase adulta, atingida após um ano de vida, o Achatina pode colocar até 400 ovos a cada ano e o período de incubação leva de 1 a 15 dias. Desenvolve-se muito bem em regiões de clima quente, como nas matas, em regiões sombrias e bastante úmidas como nas proximidades de córregos, rios, lagos e alargados.
Fonte: Wikipedia

O caracol é hermafrodita, no entanto tem que acasalar para haver fecundação. O ritual de acasalamento dura cerca de 10 horas e pode ocorrer várias vezes. O período que decorre desde o acasalamento até à desova varia consoante a temperatura, mas ronda os 15 dias. Para pôr os ovos, o caracol escava um buraco na terra com 3 a 4 cm de profundidade, no qual introduz a parte anterior do seu corpo. Cada postura dura várias horas e o caracol põe entre 60 e 150 ovos com 4 mm de diâmetro. De seguida, o caracol cobre o buraco, iniciando-se a fase de incubação (14 a 30 dias, de acordo com a temperatura). Quando se dá a eclosão dos ovos, o caracol nasce já formado, com uma casca de 3 mm e pesa em média 27 mg. Fica no seu "ninho" durante alguns dias, alimentando-se dos resíduos orgânicos e dos restos dos ovos.
Fonte: http://www.helix.web.pt/html/portugues/car-reproducao.htm

Mas são animais bem educados e românticos...

Na sua generalidade, os caracóis são ao mesmo tempo macho e fêmea (hermafroditas) e podem acasalar com qualquer outro caracol da sua espécie, desde que este se mostre disponível!
Os caracóis têm uma corte elaborada que se inicia pelo disparo de um dardo “de amor” por ambos, que os predispõe para o acasalamento! Depois de acasalarem, ambos podem pôr ovos.
Fonte: Pavilhão do Conhecimento

R.I.P. Ávila

Mais um cinema que desapareceu, mais uma igreja "universal do reino de Deus" que apareceu. Para os que ainda não sabem, vou ser eu a portadora de uma notícia triste: o Ávila é agora um lugar de culto religioso.

Não tenho nada contra as igrejas, mas fico triste quando vejo que a cultura é descontinuada. Perder coisas de que gostamos é sempre lamentável, mas a mudança não tem de ser má. Neste caso não fiquei satisfeita, sinto que o meu mundo ficou um bocado mais pequeno e mais pobre.

julho 09, 2006

O fim do campeonato

Eu sei que as pessoas são indivíduos e um comportamento individual não pode ser extrapolado para a generalidade das pessoas. Mas como é que uma equipa que há uns dias estava a criticar os nossos mergulhos, vai e faz o mesmo que nós (e só nós) fazemos?? Como é que um jogador como o Zidane perde a calma daquela maneira e enfia a careca no tórax do adversário. Ainda que ele o tenha insultado com o pior insulto de todos os tempos, como é que é possível que um profissional perca a calma daquela maneira e pior ainda no final da sua carreira. Não deixo de achar piada ao constatar que ainda há algo de primitivo em nós, é giro, mas fico com pena que um jogador como ele tenha (ao que parece) terminado a carreira com uma expulsão. Pelo menos é uma história para contar.
Só vi o jogo a partir da segunda parte do prolongamento e gostei de ver que, se calhar, temos um bom guarda-redes no que toca a penalties.
Foi mais um campeonato de futebol. Daqui por dois anos há mais, certo?

julho 03, 2006

Mundial 2006

Parece que passámos às meias-finais. Será que conseguimos melhorar a nossa qualificação e passar à final? Aguardo ansiosa o jogo de 4ª feira.

Mas mais interessante foi, no caminho para casa depois do jogo, ter visto um Helder com uma bandeira de Portugal atada ao pescoço a acenar aos carros que passavam na estrada. Não que estivesse eufórico e delirante, como acho que estavam 90% da população. É uma curiosidade, não conheço bem a sua religião, os seus hábitos ou costumes, mas sempre me pareceu que as questões mundanas, como o futebol, lhes passava um bocado ao lado.

Achei giro.

Luís, Luís já foi a Paris

Não foi o Luís, fui eu, mas isso agora não é importante.
Acho que gostava de lá morar durante uns tempos para conhecer melhor a cidade. Há imensa coisa para ver e mesmo tendo visto muito soube a pouco, porque não havia tempo para apreciar. Não pela quantidade de coisas que havia para visitar, mas pela quantidade de gente que havia nas coisas que quisemos visitar.
Preferi visitar o D'Orsay ao Louvre, este último pode ser grande, imponente, ter uma colecção imensa, mas o mapa é confuso, está cheio de gente no caminho até à Monalisa e à Venús de Milo (que são as duas únicas obras que têm direito a setas) e as paredes têm uma quantidade exagerada de quadros que me distraíam. Mais do que perder um dia para visitar o Louvre acho que era preciso uma semana. O D'Orsay tinha fila para entrar, mas uma vez lá dentro conseguia-se andar pelas salas sem tropessar em ninguém e porque as paredes não estavam forradas de quadros podiamos olhar para cada um deles e apreciá-los.
Sugestão para quem for a Paris: levem farnel e bebida, que ir comer fora lá está pela hora da morte e a bebida é muito mais cara, comparativamente, do que a comida.

Também tive a oportunidade de ir à Disney. Adorei.
Quem disse que só as crianças é que têm direito a divertir-se?!. A atenção que eles dão ao pormenor de cada diversão é genial e algumas são muito divertidas. Tenho de lá voltar.