dezembro 29, 2005

dezembro 22, 2005

Sem Título

A todos de quem gosto e a quem quero bem: Feliz Natal!
Muitas prendas, que não vale abrir antes de dia 25 (a partir da meia noite já é dia 25...).

E como não podia deixar de ser, as típicas canções de Natal:

'Me' wish You a Merry Christmas.
'Me' wish You a Merry Christmas.
'Me' wish You a Merry Christmas.
And a Happy New Year

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Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock
Jingle bells swing and jingle bells ring
Snowing and blowing up bushels of fun
Now the jingle hop has begun.

Jingle bell, jingle bell, jingle bell rock
Jingle bells chime in jingle bell time
Dancing and prancing in Jingle Bell Square
In the frosty air.

What a bright time, it's the right time
To rock the night away
Jingle bell time is a swell time
To go gliding in a one-horse sleigh
Giddy-up jingle horse, pick up your feet
Jingle around the clock
Mix and a-mingle in the jingling feet
That's the jingle bell,
That's the jingle bell,
That's the jingle bell rock.

dezembro 21, 2005

É Natal.

O Natal tem duas coisas de que gosto muito. A primeira é a vida que as ruas ganham. Está frio e ainda assim há pessoas a passear, ouve-se música e as ruas estão enfeitadas com luzes coloridas. Mesmo sem dinheiro, ou com pouco dinheiro, as pessoas passeiam na rua alegres. Há palhaços mascarados de "Pais Natal" a fazer diabruras pela Baixa de Lisboa. Ontem por duas vezes, em dois sítios diferentes, vi um presépio de carne e osso, onde os 3 Reis Magos caminhavam em direcção à Virgem Maria, que tinha o menino Jesus no colo e o José ao seu lado, de cada vez que alguém deitava uma moeda.
A segunda são, como não podia deixar de ser, as prendas. Receber prendas é giro, a expectativa do que se vai receber, a surpresa, o desconhecido. Mas oferecer tem muito mais que se lhe diga. Pensar no que se quer oferecer, ter a certeza que se acerta no gosto da pessoa em causa. Mas mais do que tudo isso, é a sensação de se saber que comprámos a prenda ideal.
A prenda ideal não é só a bicileta que o puto pediu ao Pai Natal, ou o serviço de jantar que a mulher anda a namorar à 3 meses na loja da Vista Alegre. O melhor de oferecer uma prenda é saber que estamos a oferecer algo com significado, que nos liga à outra pessoa e, claro, que a outra pessoa vai gostar.
Gosto da surpresa de receber uma prenda e divirto-me quando sou eu que ofereço.
Se olharmos para além do consumismo, descobrimos que até pode ser um passatempo divertido.

dezembro 14, 2005

Filme Americano no Monumental (Parte II)

Como disse não fiquei para ver o fim do "filme", mas informaram-me que o Senhor está de boa saúde. Às 22h (e qualquer coisa) ele lá se "rendeu" às evidências e saiu do parapeito da varanda do Monumental.
Espero que ele tenha percebido que aquela não era a melhor solução.

dezembro 13, 2005

Filme Americano no Monumental

Já não nos falta nada, ou então falta-nos muito pouco, para nos tornarmos num filme de acção americano, ou numa série policial dos anos 90.

Sexta-feira, fim de tarde (que no Inverno é como quem diz, noite), estava a passar pelo Monumental por acaso, quando vejo um carro da polícia, uma ambulância, alguns polícias. 1º Pensamento: houve um acidente. No Natal parece que as pessoas se lembram de sair à rua todas na mesma altura e a impaciência gerada pelo consumismo desenfreado às vezes resulta em pequenas divergências de sentido.
Porque ficava no meu caminho, fui-me aproximando e percebi que não havia carros, mas os polícias estavam a delimitar uma área, mesmo junto ao Monumental, por onde os carros não podiam passar. 2º Pensamento: alguém foi atropelado e deve ter sido feio, porque há muita gente ali parada a olhar e mais policias do que é costume por metro quadrado, quando as coisas estão "bem". (Acho que as pessoas devem ser abutres frustrados - olham, mas não comem).
Vou a contornar o passeio do Monumental pelo lado do passeio e vejo que não há nenhuma indicação de atropelamento (i.e. corpo no chão, paramédicos, macas...) e só aí reparo que as pessoas estão a olhar para cima e oiço alguém dizer "passe por dentro, vá por baixo das arcadas". 3º Pensamento: a notícia dos americanos que ficaram pendurados quando limpavam as janelas de um prédio, ah, ah, ah.
Paço pelo polícia que me "gritou" "passe por dentro" e oiço-o comentar com um transeunte que podia ser perigoso eu passar pelo passeio, podia cair em cima de mim. Volto a olhar para cima e é aí que reparo: está um homem com metade do corpo de fora da última varanda do monumental.
Era uma tentativa de suicídio o que provocava toda aquela agitação, digo tentativa, porque o senhor ainda estada pendurado na varanda virado para dentro e estavam lá umas pessoas em cima a conversar com ele.
Problema: o Monumental tem duas varandas, ele estava na mais alta, até aqui nada de errado, a probabilidade de morte é maior quanto mais alto for o ponto de "lançamento". O que acontece é que a varanda mais perto do chão é mais saída para fora que a varanda mais alta. Quer isto dizer que na melhor das hipóteses o que ele conseguia era ficar paralítico, na pior das hipóteses era partir uma perna, mas da maneira como ele estava pendurado era pouco provável que conseguisse morrer. Será que ele queria mesmo morrer??? Não fiquei para saber.

dezembro 07, 2005

Confúcio

"Diz-me e vou-me esquecer. Mostra-me e vou-me lembar. Envolve-me e vou perceber."
É uma ideia.

dezembro 06, 2005

Death to Smoochy

Ontem revi o Death to smootchy que me ajudou a reorganizar as minha prioridades:

"Friends come in all sizes
That's a fact! It's True!
All colors of the rainbow
from Mauve to Blue..."

"We'll get that monkey off your back,
Yes we will, yes we will
We'll get that monkey off your back,
Yes we will...
We'll get that monkey off your back
And get your life right back on track
If you'll just give up the smack
Yes you will, yes you will!!"

"Lookie, lookie, lookie, here
comes the cookies! Fresh and
organic, no need to panic! Right
from the soil, no tropical oils!
Sweetened with juice, for an
energy boost! Fiber galore,
you'll be askin' for more..."

dezembro 01, 2005

Inverno

Não gosto do Inverno é cinzento, frio e escuro, mas sabe bem ouvir o som da chuva na janela. É como se os problemas ficassem lá fora perdidos no meio do barulho da chuva. Gosto de chuva, é relaxante, apaziguadora de tormentos.